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Mania de ficar pelado

(…) espero que vc possa me ajudar, não tem haver com sexo, pelo menos no meu ponto de vista.

Tenho… (hj bem menos, me controlo mais) mania de ficar pelado na frente de algumas pessoas, de preferência mulheres, (nenhuma sabendo da outra) faço isso quando saio do banho, dou uma de migué,

Já fiquei pelado na frente das duas cunhadas minhas (irmãs de minha mulher) uma prima dela…todas eu adoro muito, mas não tenho tesão por elas, adoro elas como irmãs (eu não tenho irmã) e tb…não vá dar risada…. a considero muito mesmo, como mãe…..ela já me viu pelado mais de uma vez… minha sogra, não sinto vergonha, eu me sinto até bem, como se tivesse algo a mais…sei lá. O dito cujo sempre em descanso. (…) me bate uma vontade de ficar pelado na frente de minha sogra, queria que ela ficasse me vendo na boa…sei lá, antes até sonhava, era perturbador.

Te pergunto, porque isso??? Quero me curar disso, ME AJUDA…

E lendo este primeiro mail (vieram alguns mais depois), só conseguia ver a última frase piscando diante dos meus olhos, feito um letreiro em neon: “Me ajuda!” Lembrei que recentemente o Dr. Love do PdH, em um dos seus momentos mais suaves (ele anda muito ácido ultimamente), comentou com bastante propriedade, com aquela objetividade e humor que lhe é peculiar, uma pergunta bem parecida. Ele disse em poucas palavras o que eu disse em muitas, mas no fundo é isso aí.

“Quando se deseja tratamento, o caminho está na sala de um psicanalista e não em praça pública.”

Dr. Love – PdH

Acredito que se o fulano tem prazer em ficar nu diante dos outros, masturba-se sonhando com o dedão do pé direito da empregada, se só tem ereção cheirando os fundilhos da calcinha da esposa… Sinceramente?! Isso é de cada um. Independente da forma, o que importa é o prazer, mas… Entendam que eu disse prazer, e não sofrimento. Alguém que pede ajuda é porque de alguma maneira sofre. E se sofre, tem que pedir ajuda sim, no entanto, a Bzinha aqui pode até ser muito compreensiva e já ter visto de tudo um pouco, mas não é psicanalista. Muito pelo contrário, já precisei, procurei e procurarei quantas vezes forem necessárias caso eu encane com isto ou aquilo. Já namorei um exibicionista, sou eventualmente exibicionista, lido freqüentemente com pessoas que tem este fetiche a questão é:

“Até que ponto temos o direito de nos exibir sem constranger o outro?”

O F. , um ex-amor, é muito exibicionista, no orkut ele faz parte de uma comunidade sobre “naturismo indoor“ ou seja, que curte ficar peladão em casa e quem quiser olhar pelas frestas da janela que olhe, ele está na casa dele. Também ama se expor em casas de swing (não foi comigo, porque ainda sou virgem neste tema), festas fetichistas… Estas coisas. No entanto, todo este exibicionismo dele é bem dosado e direcionado para lugares e pessoas específicas. Acredito que ele se sentiria extremamente bem em uma praia naturista, por exemplo.

Já comentei também aqui de um exibicionista virtual, que adorava não apenas mostrar-se, como obedecer tarefas. Neste caso rolava a fantasia da humilhação e submissão também. Outro caso de exibicionismo digital foi há muitos anos, nos tempos que eu ainda usava o messenger do yahoo. Lá, não sei se vocês lembram, enquanto estávamos na sala de bate-papo, eventualmente aparecia uma janelinha dizendo “fulano deseja compartilhar a web cam com você” e volta e meia ao abrir antes de aparecer um rosto, aparecia um pau bem duro… risos. O caso mais bizarro foi quando abri uma dessas janelinhas e vi um casal trepando. Detalhe, só via a bunda subindo e descendo, com as perninhas entrelaçadas nas costas do homem. Foi impossível não gargalhar. Se era pra ser excitante, só deve ter sido pra ele, pra mim, foi apenas hilariante. Aliás, este é o grande ponto da exibição. O exibicionista se excita com a surpresa e (talvez) com o constrangimento do outro. Curiosamente, dificilmente um exibicionista está preocupado com o prazer voyeurista do expectador. Ou seja, se o outro gostar, bem, senão… Ele se mostra assim mesmo.

Como uma exibicionista virtual, nunca fui chegada a ficar me mostrando na webcam, ainda que eventualmente isso já tenha acontecido. Meu barato maior é mostrar pedacinhos de mim através de fotografias. No fundo gosto de atiçar a libido alheia dispondo as peças de um quebra-cabeças. A imaginação de cada um, monta a B. que bem desejar.

Sei que o caso do meu leitor é um pouco mais sério, como eu disse, ao contrário de mim, ele sofre. Não chega a ser um prazer, mas uma compulsão. Tanto, que se pudesse, não faria. Fica então a única dica possível. Como já disse o Dr. Love, se busca uma cura, primeiro tem que buscar tratamento. E o profissional mais indicado é sem dúvida o psicanalista, e não esta mocinha que aqui escreve.

Postagem original no A Vida Secreta.

Arquivado como:exibicionismo, fetiche, sexo, sexualidade

O Direito à Vida Secreta

O presidente da Bolívia, Evo Morales, demitiu seu ministro de Águas, Abel Mamani, envolvido em um escândalo sexual, informou nesta terça-feira o porta-voz do governo Alex Contreras.

(…)

Uma rede de televisão boliviana exibiu fotos de Mamani seminu, aparentemente bêbado e ao lado de uma suposta prostituta com os seios expostos.

Fonte: Terra Notícias

Ainda ontem eu comentava com um amigo sobre termos o direito à nossa vida secreta. Como se cada um tivesse uma biografia não autorizada e tivesse o direito à privacidade da mesma. Ele, sem querer, fazendo uma pesquisa no google descobriu pelo histórico de buscas, que o amigo tem gostos sexuais pra lá de estranhos. Afinal, fetiche do outro é coisa estranha, já dizia o Henfil.

Um outro caso recente que aconteceu comigo, foi descobrir que um amigo fetichista é amigo de longa data de um outro fetichista que lida comigo. Fetiches completamente diferentes, em comum apenas a amizade desta mocinha que escreve. Ou seja, vivemos todos em uma minúscula aldeia global. Felizmente eu sou uma pessoa discreta. No que depender de mim, ninguém jamais saberá de nada.

Há uns dias o Straits fez um post sobre fotos íntimas e internet. E como ele bancou o herói salvando uma linda mocinha de ter suas fotos espalhadas na net. Até brinquei nos comentários, dizendo que sendo assim estou ferrada, pois toda a tag “exibicionismo” do meu blog sou eu. Mas como xota, peito e bunda não tem RG… Fico apenas na esperança que os poucos com quem eu partilhei mais que estas partes específicas sejam discretos. Um risco que o exibicionista corre. Felizmente, como disse no comentário, o fotógrafo é meu irmão, e assistente de produção, minha mãe. Ou seja, neste caso, a família jamais será a última a saber.

O que eu penso, e defendo a idéia, é que TODOS, sem excessão, têm direito a manter a sua vida secreta em sigilo. Não é à toa que, como dizia a minha psicoterapeuta, chamamos nossa vida sexual de “intimidade”. Temos o direito de mantê-la íntima. Sejam fetiches, casos extra-conjugais, vexames… Mesmo o exibicionismo digital, prática bem arriscada já que tudo que é partilhado deixa de ser segredo, deveria ser respeitado. Só que a vida não é assim, portanto, cuidado e canja de galinha não fazem mal a ninguém.

Arquivado como:exibicionismo, fetiche, notícias, sexo

Janelas Abertas

Quando P. alugou o apartamento confesso que a primeira coisa que me chamou a atenção foi aquela janela enorme. Era uma kitinete mínima, mas que a janela ia de um lado a outro da parede. Parei ali e olhei em volta admirando São paulo e seus enormes prédios, suas infinitas janelas. Gente vendo TV, à mesa, aspirando pó, fazendo caminhada no terraço… Olhei então para ele meio safadinha e fiz a pergunta:

- Amor… Daqui da janela você já viu alguém trepando?

Ele sorriu e disse que sim. Apontou para algumas janelas nas quais já havia presenciado cenas e começou a narrar uma a uma. Contou que apesar de morar ali a pouco mais de uma semana, pôde ver uma janela que a menina só se masturbava com as luzes acesas, e também a de um casal que a menina era bem gordinha e conforme ela cavalgava o parceiro os peitos pulavam freneticamente, ou um outro que o cara só finalizava a trepada comendo a parceira de quatro e esporrando sobre a bunda dela. Aquilo foi me dando um tesão…

Olhei pra cima e em volta, infelizmente o apartamento dele era em um andar muito alto, nos prédios vizinhos havia poucas janelas acima de nós, apenas em um prédio diante do dele tinha pelo menos mais dois andares. De uma janela à direita tinha um rapaz debruçado, fumando um cigarro distraidamente, provavelmente vendo a vida de camarote, como nós. Ele nos percebeu, mas continuou com o olhar perdido no nada, não havia em nós nada que o interessasse, provavelmente..

Eu estava realmente excitada, sentia a xota melar de tesão. P. pareceu ler o meu pensmento, começou a me beijar e despir, ainda à janela. Se pôs a mamar meus peitos de maneira ávida. Enquanto eu o liberava do jeans que usava. Safadamente eu olhei de rabo de olho para a tal janela, onde o tal homem à janela agora nos observava, ainda que discretamente. Me ajoelhei diante de P. e comecei a mamá-lo. Com as mãos em minha cabeça ele ditava o ritmo do vai e vem da chupada. Me segurando pelos cabelos enquanto eu o saboreava. Tudo fluia tão deliciosamente, não tinha a menor vergonha. O tesão de saber que estávamos sendo observados era absurdo.

P. me colocou de quatro na beirada da cama, vestiu a camisinha e começou a me foder forte, com uma mão me segurando as ancas e e com a outra os cabelos. Quando a excitação ficava demais mudávamos de posicão. Assim ele me comeu de ladinho, de frente, o chupei, ele me chupou, o cavalguei, fui cavalgada… Sempre que eu podia, olhava para o homem na janela, que parecia masturbar-se, sem tirar os olhos de nós.

E quando enfim estávamos em um ponto tal que não aguentávamos mais de tanto tesão, ele me deitou na cama e penetrou de frente, colocando meus pés em seu torax e fodendo forte e fundo. Escorreguei meu pé para a sua face e enfiei o dedão em sua boca. E enquanto chupava, mordia e lambia meu pé, me fodia gostoso. Pelo ombro dele eu podia olhar as janelas abertas e o homem, agora descaradamente, nos observando sedento. Gozei forte, um gemido alto, espasmos pelo meu corpo que estremecia. Pouco depois P. gozou urrando de tesão. Desabando o corpo sobre mim.

Pela janela, vi nosso observador sair, provavelmente para limpar-se, ou talvez para sentar um pouco. Se a minha perna estava bamba, imagina a dele que ficou todo o tempo de pé!? Eu e P. adormecemos ali, nus, abraçados, com as janelas abertas.

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Exibicionista

Já comentei aqui sobre o exibicionismo digital. A própria tag exibicionismo aqui no blog é repleta de fotos e menções ao fato. Recentemente um blog novo, A arte de ser eu mesma, me fez parar e pensar na minha relação com este fetiche. E eu cheguei à conclusão que nem sou tão exibicionista assim. O F. me dizia isso. Curto um exibicionismo anônimo, como o que faço aqui no blog, como a dona do blog que me fez pensar. Nunca foi, e creio que nunca será, uma necessidade minha me expor ao mundo em festas, casas de swing ou coisas do tipo. Tenho me descoberto cada dia mais uma safada particular. E percebi que mesmo quando exponho para muitos, minha exposição tem um endereço certo. E é claro que muitas das minha provocações, parecem um cheque ao portador, como diz o meu amigo Pequenos Delitos, mas… A pessoa sempre sabe que a postagem foi pra ela.

Arquivado como:exibicionismo, sexualidade

Mamilos Indecentes

Se estivesse frio eu entenderia, mas não foi o caso. Confesso que determinados dias estou mais taradinha e o simples roçar do tecido da blusa em meu mamilo me provoca um arrepio safado que o enrijece imediatamente. Em determinados dias eu simplesmente me encolho um pouco para não evidenciar mais o flagra. Noutros, hummmmm… Eu me empino desafiadora e vou em frente. Parece que em momentos assim quanto mais a blusa roça, mais tesão dá. Um tesão psicológico que mantém o mamilo duro num desejo constante. Tamanho… Que umedece a calcinha a cada olhar. Cio? Talvez… Afinal, o que tinha de homens e mulheres olhando com sede ou inveja… Impossível não registrar.

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Efeito Webcam

Minha webcam é o objeto menos usado em meu PC. Só ligo quando minha mãe conversa com os netos que moram em outra cidade, mas nem sempre foi assim. Comprei este acessório no auge de uma grande paixão internética e se minha webcam falasse, ela gemeria de tesão, só com as lembranças dos momentos vividos.

No entanto, confesso, sou hoje muito mais rígida, pouco flexível mesmo. Me prometi, e cumpro, a nada de troca de exibicionismos on line. Isso vicia ambas as partes e acomoda. Principalmente quando o relacionamento é apenas virtual. Se bem que eventualmente, bem que aceito ser voyeur de um ou outro mocinho mais exibido, confesso.

Casados recorrem muito a este tipo de prazer, pois pensam que se não houve penetração, troca real de fluidos, não teve adultério. Bobinhos… Tem quem acredite que este tipo de masturbação simultânea é a melhor saída para experimentar novas sensações sem sair de casa. Sem trair de fato. E depois, quando encontram o marido ou a esposa na cama, trepam deliciosamente com o parceiro, inspirados na lembrança da masturbação à distância. No sabor do desconhecido. Se valeu a experiência, ótimo! Não estou aqui para julgar. Minha avó dizia que “cada um sabe onde o seu sapato aperta”. Deixo rolar, que cada um saiba de si.

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Não vou negar que é um tesão ver o outro se masturbando ali, na minha frente, o pau crescendo, a cabeça rosando, melando, as veias pulsando… Ou mesmo uma xota melando, os dedos ágeis percorrendo o corpo, invadindo a gruta úmida, só pra eu ver, me excitar e tocar também. Quando excitada eu me toco com movimentos que vão dos lânguidos a frenéticos, dependendo do tesão. Melo diante da cena, excitada, chupando dedo a dedo, provando o meu próprio sabor, como se fosse outra boca e não a minha. Ver a expressão do outro, o prazer, a expressão de dor, da quase morte, o gemido, o grito de prazer, não tem preço. É… Não vou negar o tesão, não é à toa que vicia.

A questão é que gente precisa de gente, e não apenas ver gente. Corpo precisa de corpo, de toque, de gosto, de sentir a lambida alheia, o aroma desconhecido ou tão conhecido, tanto faz. Certa vez durante uma viagem de negócios, um ex-namorado fez um strip tease pra mim pela webcam em pleno quarto de hotel. Achei uma delícia saber que ele podia estar vadiando pelas ruas da cidade desconhecida provando novos sabores, mas estávamos tão envolvidos que preferimos ficar ali, sozinhos, mas juntos. Ele lá e eu aqui. Coisa de louco!!!

Não é à toa que poucos foram os escolhidos e, felizmente, nunca me arrependi dos meus orgasmos on line. A restrição é apenas contra a banalização. E se voltar a acontecer. Tenho certeza que também não vou me arrepender. Eu nunca digo nunca!

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Podolatria, Exibicionismo e Voyeurismo

O que há de mais natural nas festas fetichistas que acontecem no RJ é o fato de enquanto alguém adora e outro é adorado (worship – ou adoração – é o termo usado para o ato de beijar e acariciar pés, excitando ou sendo excitado com isso) sempre há por perto um voyeur, tão excitado em apenas observar, quanto participar.

Sentada naquele cantinho almofadado com F. estávamos como dois pombinhos entre carinhos e beijinhos. E quando de relance olhei para o lado e vi T., abri um largo sorriso imediatamente iniciando um papo. Outra coisa comum nas festas do RJ é a intimidade e amizade que se estabelece. Em uma primeira festa a pessoa até pode ser novata, mas na segunda já está tão bem integrada que todos são grandes amigos. Não via T. há seis meses, e em nosso mais recente contato eu o fiz gozar nas calças apenas acariciando-o com os meus pés. Só quem curte podolatria entende o que é isso. Não apenas o podólatra que se excita, mas também a mulher que descobre nos pés, mais um objeto de proporcionar prazer.

O papo seguiu animado até que em determinado momento eu comecei a ficar incomodada por estarmos todos sentados e encostados a uma parede. Ficava complicado ver os rostos de todos (havia um rapaz ao lado também), resolvi então sentar diante deles. Só que no momento em que me vi diante de T. tive o ímpeto de pedir uma massagem em meus pés. Olhei para o rosto de F. e percebi um sorriso de Monalisa, indecifrável. Eu usava um scarpin ao estilo chanel, e meus pés estavam massacrados ali dentro, a penumbra do local dava ao ambiente uma sensação extremamente aconchegante e sem limites. E enquanto sorrindo T. desnudava os meus pés dos sapatos e meias, obviamente quase não acreditando na proposta, F. e o menino que estava ao lado apenas observavam.

A situação em si já era excitante e repito o que já disse por aqui, só um exibicionista é capaz de entender com tamanha naturalidade um voyeur. No momento em que T. desnudou meu pé esquerdo, do sapato e depois da meia, enrolando delicadamente até os dedos, pedi a F. que guardasse a meia em meu sapato e ele obedeceu mudo e encantado com tudo. Assim que tirou a meia, T. respirou fundo entre meus dedos, imediatamente depois beijando, lambendo e mordendo meu pé me deixando doida de tesão. As sensações eram múltiplas, as informações visuais eram várias. O menino ao lado de T. sequer respirava olhando o que acontecia, enquanto F. me observava sedento. Foi quando eu com o outro pé ainda calçado baixei do tórax ao pau de T. que estava duríssimo e comecei a acariciá-lo por sobre a calça. E olhando diretamente nos olhos de F. convidei-o a aproximar-se. Chegando perto de mim, ele perguntou o que eu queria e eu simplesmente puxei-o para bem perto, beijando-o apaixonadamente enquanto T. deliciava-se com o sabor e o toque dos meus pés, F. me beijando e o menino visualizando a cena toda.

Não sei quanto tempo durou a situação descrita, mas sei que alguém me chamou e o encanto foi desfeito. É claro que ali, naquele local a cena não seria nada mais que aquilo. Nunca vi sequer nudez em festas de podolatria, quem dirá uma boa foda. Festas fetichistas não são clubes de swing. No entanto, mais tarde quando eu e F. ficamos a sós em casa, conversando agarradinhos na cama, foi impossível não relembrar a cena e nos excitarmos novamente. Segundo ele, apesar de me ver ali, tendo os pés adorados por outro homem, em momento nenhum ele se sentiu excluído, e sim fez parte de tudo. Não havia espaço para o ciúme, apenas para o prazer.

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Febre

Já era bem tarde quando ouvi o barulho da moto diante da minha casa, quase não acreditei. Havíamos conversado não fazia mais que trinta minutos, ele estava com a voz rouca e disse estar com febre. Já tinha dado por perdida a esperança de vê-lo aquela noite. Abri a porta e dei de cara com aquele sorriso lindo. Lindo e inconseqüente. Saí do jeito que estava, descabelada, descalça, vestindo micro saia bem velha e blusa de moleton. Nunca entendi muito bem porque nunca senti frio nas pernas, mas é assim até hoje. Abri o portão e quando cheguei à calçada ele já havia descido da moto. Me aproximei dando um beijo, eu adorava beijar aquela boca. Ele era o safado mais delicioso que eu conhecia e quando estava com ele esquecia tudo, as faltas, as mentiras esfarrapadas… Confesso que até dar aquele abraço, imaginava que a gripe era mais uma mentira, mas não, quando encostei meu rosto ao dele, ele ardia em febre.

- Você está com febre! – disse visivelmente preocupada.

- Estou? Ahhhh, deixa pra lá… – e dizendo isso me agarrou novamente, dessa vez passando a mão em minha bunda para constatar se eu estava sem calcinha, ele sabia que em casa eu dificilmente usava – Fiquei doido quando você ao telefone me disse como estava vestida.

- …mas eu estou horrorosa!

- Está linda! – me disse com a voz rouca, que nada tinha a ver com o tesão e sim com a garganta que devia estar terrivelmente inflamada, visto o febrão dele.

- Vamos entrar… – eu disse preocupada e tentando me desvencilhar daquelas mãos, mas ele parecia decidido a não me dar ouvidos.

- Não… Estamos bem aqui. Já viu como a rua está vazia?

- É o frio. Carioca odeia frio. – eu disse bem aconchegadinha no abraço dele.

- Hummmm… E eu adoro me esquentar com você. – falou bem safado encostando-me ao muro da minha casa, escondidos sob a sombra de uma enorme árvore que havia na calçada.

Foram tantas bocas, mãos e braços que eu nem sei. Ele tinha o dom de me tirar o juízo. Por um instante esqueci completamente que estava diante da minha casa, na rua, a céu aberto, protegida apenas pela sombra de uma árvore. E enquanto ele com a boca percorria meu pescoço, orelhas e buscava minha boca, com as mãos acariciava meu corpo sob o moleton. Os mamilos tão rígidos que quase doíam de tanto tesão. Levantou a blusa ousadamente, ainda olhei para os lados para ver se alguém observava, mas todos estavam aquecidos no interior das suas casas enquanto ele me esquentava ali. Enquanto com dois dedos brincava com um de meus mamilos, com a boca ele beijava, mordiscava e finalmente mamava o outro. Segurou meu corpo com firmeza, nós parecíamos malabaristas, tamanha era a contorção dos nossos corpos. Quando os dedos dele enfim me tocaram entre as pernas, eu estava já toda melada. Com as mãos procurei seu pau, que duro também melava. Olhei em seus olhos, bem safada e comecei a masturbá-lo suavemente me detendo na cabeça do pau. Ele então se afastou um pouco, pegou a carteira que havia colocado em cima do muro e pegou uma camisinha. Sorri cúmplice. Me ajoelhei diante dele, e antes de colocar a camisinha acomodei aquele pau todo em minha boca, chupando gostoso e suavemente, para só então vesti-la. O tesão era tanto, que mal acabei de colocar a camisinha, ele me puxou para cima, recostou-me à parede levantando uma de minhas pernas enlaçando em sua cintura. Ele não meteu suavemente, era tanto desejo que o fez com urgência, quase desespero. Me comeu feito bicho, quase mudo, só gemendo baixo e respirando em meu ouvido. Incrível como a simples lembrança do fato me enche de tesão ainda hoje só em lembrar. Quando gozou, meteu fundo, ficando por um tempo ali, de pé, parado, todo dentro de mim. Suávamos tanto, mas tanto, que eu fiquei até preocupada com ele.

Foi então, que sobre os ombros dele eu olhei para a janela da casa do meu vizinho da frente. Vi que havia uma sombra, apesar da luz apagada. Não sei a quanto tempo ele estava ali, mas certamente tinha visto alguma coisa. Comentei com ele e rimos um pouco do fato. Ele arrumou a roupa, mas continuou ali por um tempo, encostado ao meu corpo. Ele realmente suava mais que eu, talvez a febre indo embora.

- Você é louco… Olha como está suando!

- Deve ser a febre indo embora – ele concluiu.

- Quem vai embora agora é você, já estou até vendo este vizinho safado ligando pra minha mãe e dizendo que a filha dela está trepando no portão de casa – eu disse divertida.

E ficamos um pouco mais juntinhos, até nossas respiração e temperatura do corpo voltar ao normal, acho que aquela febre era contagiosa…

Quanto ao vizinho ele nunca falou nada comigo ou com a minha mãe sobre aquela noite, tenho certeza que ele viu tudo, como tenho certeza que viu algumas outras coisas mais ao longo da minha vida. Sempre fui ousada e sempre aproveitei as oportunidades, a única diferença é que depois daquilo, passei a ter platéia.

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Pela Webcam

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“A webcam está para o exibicionista, assim como o espelho para o narcisista.”

Nestes anos lidando com fetichistas me deparei com uma verdade meio doida. Fetiche não é para ser entendido, mas sim, para ser vivido e ponto. O simples fato de imaginar uma situação onde possa se expor, já é motivo de grande prazer, um prazer quase orgástico. Só capaz de entender quem o é. Quando E. perguntou se poderíamos conversar com a webcam aberta eu entendi, ele queria mostrar-se. E não apenas mostrar-se, queria ver as minhas reações. A reação de quem vê é muito importante para o exibicionista.

- Quero te apresentar meu pau… – disse reticente e com olhos baixos.

- Oba! – disse bem alegrinha, já tinha visto fotos dele, ao vivo só poderia ser melhor.

E então, a webcam tremeu pra lá, pra cá, e de repente eu vejo aquela coisinha meio mole, meio dura amparada pelas mãos dele.

- Gostou?! – ele perguntou meio inseguro.

- Mmmmmm… – fiquei muda, meio sem ação. Pela foto o pau dele parecia uma graça, mas ali diante de mim, parecia uma haste de base fina finalizando com uma cabeça de cogumelo.

- Não gostou?! – ele perguntou ainda mais ansioso. E eu pude perceber que diante do meu desdém, aquela coisinha manifestava-se um pouco mais em sua mão. Bingo, pensei, o lance dele é humilhação.

- Bem… – fazendo um charminho e uma careta zombeteira para continuar com o jogo do “eu mostro e você desdenha” – Já vi maiores amor…

- Minha Domme dizia que meu pau era uma vergonha, e sempre que eu mostrasse a uma outra Domme que eu deveria me desculpar. Peço desculpas B.

- Pois é, sua Domme tinha razão, com um pau desses, melhor dar o cu. – eu concluí divertida, vendo uma reação ainda maior daquela coisa pequetitica.

- Você me desculpa B.?! – disse bastante envergonhado.

- E de que adianta te desculpar? Teu pau vai crescer? Vai ficar grosso? Só te resta mesmo compensar com alguma coisa, ué?! – disse aquilo rindo por dentro, mas estava cada vez mais excitada em humilhá-lo e continuei – Larga esse pauzinho agora, quero ver isso mole, vai pegar uma fita métrica, acho que em repouso ele não tem mais que alguns centímetros.

E ele obedeceu, foi buscar a fita métrica, deixou de manipulá-lo e quando eu vi, em repouso seu pau era ainda mais insignificante e fino. Tive que dar uma gargalhada. Mole, aquele pauzinho não chegava a 6cm. A cabeça que antes parecia um cogumelo garboso, escondia-se tímida sob a pele do prepúcio.

- É… Realmente com uma coisinha dessas… – disse zombando e continuei – Fiquei curiosa agora, coloca esse troço duro novamente, pois quero que você veja a medida dele alegre.

E ele começou a manipular o pau novamente, dessa vez crescendo rápido, o jogo estava estabelecido, estávamos completamente envolvidos nele. Em pouco tempo o pau estava duro e mais uma vez ele perguntou o que deveria fazer, pois era meio lento no raciocínio. Fui incisiva.

- Tem que medir essa coisinha dura, já vi que não fica melhor que isso, aliás, puxa um pouco, quem sabe puxando cresce. – e ele obedecia, me levando ao delírio. – Mede logo E. milagres não acontecem.

E quando ele mediu, fiquei realmente chocada, menos de 15cm de pau duro, o que é uma boa média para o brasileiro comum, não fosse a circunferência infeliz, pouco mais de 9cm. Felizmente para E., o motivo de sua vergonha, era também o motivo para o seu prazer. Humilhar-se com o tamanho do seu pau era orgulhar-se com a capacidade de acomodação do seu cu.

- É B., realmente ele não é grande coisa, como você mesma já comentou e minha Domme também, o que eu não tenho de pau, tenho de capacidade de acomodação em meu cu. Tenho um plug anal em formato de cone que tem 26cm de circunferência, que até acomodá-lo por completo demorei um mês, mas consegui. – disse orgulhoso.

- Hummmm… Pensei numa coisa agora, já que este cu é tão poderoso. Quero que você procure agora alguma coisa de 15cm em seu quarto.

- Como o que?!

- Sei lá… Um tubo de qualquer coisa, eu só não quero que seja muito grosso, tem que ter esta medida e ser fino como o seu pau. O que eu acho difícil de ter algo tão pequeno e fino, mas… Procure.

E ele voltou com um tubo de desodorante em aerosol, infelizmente mais grosso que os 9cm dele, mas na falta de algo melhor…

- Agora você vai seguir minhas instruções. Quero que coloque este tubo do lado do seu pau duro, quero ver, comparar os tamanhos.

E assim ele fez. Eu pude ver que apesar do constrangimento da comparação, ele o fazia com bastante desenvoltura. A humilhação e a exposição fazia parte do jogo.

- Quero que você agora enfie este tubo em seu cu, quero que você, que tem uma capacidade de acomodação anal tão grande, sinta a raiva que uma mulher sente em ser penetrada por uma coisa tão pequena e fina. Acredito que nem cócegas este pau faça em uma xota, e olha que eu curto pompoarismo hein, mas com essa coisinha acho impossível.

E ele obedeceu mais uma vez, enfiando com facilidade o tubo. E curiosamente enquanto ele enfiava aquilo nele mesmo, eu sentia minha calcinha umedecer, minha xota piscar de tesão e os mamilos eriçarem. E nisso tocou o telefone da casa dele, por um instante o jogo parou. E quando voltou eu conclui meu desejo.

- Pra completar nosso jogo, eu só quero mais uma coisa.

- O que? – ele perguntou curioso.

- Quero que goze pra mim e lamba sua própria porra.

- Isso eu não posso.

- Como não pode? É macho para atochar um troço no rabo, mas não tem capacidade de lamber sua própria porra? – eu disse indignada.

Por um instante houve um grande silêncio, uma queda de voltagem aqui desconectou meu MSN e quando a conexão voltou ele ainda estava à minha espera. Resolvi me despedir, meio indignada com a recusa.

- É, vou desconectar agora, afinal de contas, a única coisa que eu tive aqui foi uma visão de um pau minúsculo e uma recusa a um pedido meu…

- Não! Por favor… Abra a webcam. – e assim eu fiz.

Nesse momento ele começou a masturbar-se freneticamente, e não demorou ao orgasmo chegar. O leite jorrou forte, viscoso. E de repente ele me mostrou a mão lambuzada de porra, aproximou da câmera, depois levou aos lábios e lambeu com o rosto visivelmente enojado. Por um instante eu pensei que fosse vomitar, mas não. Continuou, obediente e obstinado. Eu então sorri, vitoriosa e feliz.

UP DATE – E. criou um blog, e vai contar suas peripécias e humilhações enquanto escravo. Acho que vale a pena dar uma olhadinha. No mínimo, é divertimento e entretenimento, para não dizer tesão para os sádicos voyeurs.

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Sessão de Fotos

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C. é o típico putanheiro, como diria minha amiga. Ao longo de uma vida ela o conheceu, trabalharam juntos alguns anos e depois ficou a amizade. Conhecia família, esposa, filhos e netos. Sim! Netos. Com mais de setenta anos C. se orgulhava em ter vivido bem e bem vivido. Produto de uma outra sociedade, ainda era do tempo que havia matriz e filial, sempre soube administrar muito bem a putaria e administra até hoje. Se há um homem que eu sexualmente admiro é ele, pois apesar da impotência e incompatibilidade ao viagra, ele há muito descobriu que sexo é mais que pau dentro e aprendeu que gozar dando prazer é o máximo.

Publicitário, fotógrafo e dono de uma inteligência e personalidade deliciosa. Conheci C. em uma tarde na casa da minha amiga, a muito já sabíamos um do outro por intermédio dela e me encantei pelo bom papo e safadeza explícita. Aliás, safadeza tem que ser explícita e nem por isso grosseira. Sexo é sexo, não há muitos rodeios não. Quanto mais a gente rebusca, mais se afasta da essência, do instinto. Naquela tarde, ele fez a proposta e nós aceitamos. Fazer uma sessão de fotos o mais explícita que pudesse, seríamos como aquelas modelos de revista pornô bem vagabunda, a ralé da ralé. Daquelas mulheres que se arreganham e expõem até o útero e aquilo nos excitava profundamente.

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Nua

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Quando ele sentou na cama e disse: “Fica nua pra mim…”, eu senti umedecer entre as pernas. Nunca entendi como este ato de desnudar-me diante de outra pessoa pode me excitar tanto. Não sou a mulher mais linda, nem a dona do corpo mais escultural, os seios já se encontram flácidos e a barriguinha indecente teima em pronunciar-se. No entanto, quando me desnudo em uma relação a dois, o faço completamente. Não há reserva, não há vergonha, nua exponho mais que meu corpo, mostro a minha alma. E assim, sou muito mais eu!

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avidasecreta

Atenção, importante!

Me and My Secret Life acabou, mas meus textos continuam no A Vida Secreta , uma revista diária de informação e entretenimento sobre erotismo, sexo e sexualidade.

Os comentários do Me and My Secret Life serão fechados, portanto, quem quiser papear de agora em diante é no A Vida Secreta.

Foi bom enquanto durou! Muito obrigada pelas visitas diárias. Espero que continuem me acompanhando no novo endereço.

Um beijo carinhoso.

B.

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