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Jelly Jam – Conto Erótico

Fetiche do outro é coisa estranha, já dizia o Henfil. Quem diria que eu, esta mocinha pervertida que sou, encontraria algo novo neste mundo fetichista. É curioso como às vezes um estranho desfia seus segredos como quem desenrola um novelo, como se estivesse diante de um grande amigo.

Aeroporto em fim de ano é um suplício, filas intermináveis, gente aglomerada, malas, malas e mais malas de todo o tipo, das que levam bagagens às que falam sem parar. Quando aquela mocinha parou ao meu lado e começou a puxar conversa, juro que pensei em enfiar a cara em meu livro na tentativa de não dar conversa. Tudo o que eu não precisava era de mais alguém a reclamar da demora dos vôos. No entanto, eu não sei bem se foi o tom de voz amistoso, ou mesmo a maneira como ela conduziu as primeiras frases, em pouco tempo estávamos num papo agradável.

Era uma menina de uns vinte e poucos anos, o cabelo bem preto, com a nuca batidinha e fios irregulares ao estilo Victória Beckhan. Vestia jeans e camiseta branca, nos pés um coturno de salto, segundo ela para amenizar o fato de ser tão baixinha. E eu, que também calçava botas de salto, disse que fazia o mesmo, pelo motivo contrário, apesar de alta, adorava parecer mais alta. Sentia-me extremamente sexy e poderosa, como se pudesse seduzir qualquer um. E foi a partir desse comentário que mudou o rumo da nossa conversa.

“Você acredita realmente que determinadas pessoas podem exercer um poder avassalador sobre outros?” – disse ela com uma seriedade absurda, parecendo se importar realmente com a resposta que viria a seguir. E eu, com a minha naturalidade de sempre, disse apenas “Por que não?!” E como disse antes, a partir dali a mocinha começou a contar com grande riqueza de detalhes uma história que poderia arrepiar os cabelos de alguns, excitar outros, mas certamente chocar quem quer que fosse até mesmo eu. Quem diria que aquela mocinha tão comum tinha uma vida secreta

Trabalhava a dois anos em uma multinacional do ramo alimentício, começou como trainee ainda no final do curso de nutrição e, felizmente, contava com entusiasmo, foi efetivada. Lá conheceu o namorado, um moreno de aparência sem graça segundo ela, dez anos mais velho e responsável pelo setor de engenharia de alimentos. Um jovem líder muito talentoso e poderoso para a sua pouca idade. Segundo ela, desde o primeiro olhar, desde as primeiras palavras trocadas, sabia que aquele homem iria exercer uma grande ascendência em sua vida. A princípio, acreditou ser profissional, mas à medida que se envolviam, viu que não seria apenas ali.

E até então, nada do que a mocinha dizia parecia ser tão extraordinário, afinal, parecia tratar-se de uma apaixonada falando do seu grande amor, nada mais. No entanto, ela foi além, contando como se estivesse em um confessionário, experiências vividas nesta relação, inclusive sexuais. Parecia necessitar de uma ouvinte e eu fui eleita. E o que, até então, vi apenas como uma grande paixonite foi se transformando a cada palavra na relação de Domínio e submissão mais louca que já ouvi.

Era curioso, pois ela em momento algum usava o termo sadomasoquismo, como se talvez desconhecesse que vivia uma relação masoquista com um sádico, para ela, tratava-se de uma relação de prazer para ambos. Ele propunha as loucuras e ela embarcava nas fantasias. Pelo que pude perceber, não havia nada de coleiras, correntes, algemas ou apetrechos pervertidos. Tinha prazer em dar prazer, em saciá-lo das mais diferentes formas, só isso. Os olhos dela brilhavam enquanto contava o que pra mim, pareciam humilhações, mas pra ela eram provas do amor dela por ele.

Contou com um sorriso nos lábios que, eventualmente, era submetida por ele a determinadas provas ou privações. E que aquilo era o máximo. Curiosa, perguntei que tipo de privações ou provas e a doidinha continuava com aqueles olhos brilhantes contando tudo tintim por tintim. As privações iam desde a exigência da castidade – passava dias e dias sem fodê-la ou permitia que se masturbasse, segundo ele, para potencializar ao máximo a hora H – até o que achei mais absurdo, mas ela descrevia como se tivesse sido o seu momento de maior entrega e transcendência. E começou a contar.

No último feriado, viajamos para um hotel-fazenda, passamos três dias juntos num cafundó que eu nem lembro o nome. Sei que o que vou te contar pode parecer loucura, mas você tem que entender que eu o amo, sabe, e que tudo o que vem dele é especial pra mim.Na sexta-feira quando chegamos ao hotel, como sempre o tesão era tanto que depois do banho nós literalmente nos comemos de tanta vontade. Logo depois caímos num soninho gostoso e quando acordamos, no meio da madrugada, a minha barriga roncava de fome. Fomos olhar o menu que tinha sobre uma mesa e nele a notícia que a cozinha fechava às 22h. No frigobar, apenas sucos, água, refrigerantes. Sobre ele, uma pequena cesta com aqueles pacotes individuais de biscoito cream-cracker, torradas e geléia. Ele comentou então, que de fome não morreríamos, mas dei um suspiro desconsolado, disse a ele que infelizmente, coisa doce não me mata a fome.

Foi então que percebi aquele olhar safado nele. Típico de quando vai me fazer uma proposta indecente. Sorri safadinha em retorno, mas confesso que não podia imaginar o que se passava naquela mente. Pediu que o chupasse e eu de bom grado obedeci, mas enquanto o chupava, ele comentava: “Você sabia que a porra de um homem saudável, e eu sou, além de rica em proteínas, açúcares e outros elementos nutritivos, é comparada por alguns à geléia real?” E ainda com o pau na boca, levantei os olhos um pouco surpresa, imaginando onde ele queria chegar. Já tinha engolido muitas vezes a sua porra e não era o melhor sabor que eu já havia provado. No entanto, o prazer dele em me ver engolindo era tanto, que nunca foi um grande problema, pelo contrário. Chupar aquele pau era sempre um grande prazer, e comecei a fazê-lo ainda com mais vontade enquanto ele continuava a falar cada vez mais ofegante e excitado. “Dizem ainda, que uma esporrada contém apenas 35 calorias, ou seja, ainda é light, já pensou?!” E cada vez mais excitada eu continuava naquele vai e vem, chupando, provando, punhetando, até que ele pediu que eu parasse. Sem entender, obedeci. E foi então que o vi pegar um copo sobre o frigobar e esporrar dentro dele. Só em ver aquela carinha de sofrimento e prazer ao vê-lo gozar, senti melar de tesão.

Ele então recostou na cama, ainda ofegando, levantou o copo, olhou a quantidade e comentou que devia estar meio fraquinho, pois a quantidade da porra era mínima. Lembrei-o que já havia gozado em abundancia no começo da noite e ele concordou. E eu enfim perguntei o que àquela altura já imaginava ter a resposta. “Por que você esporrou no copo, amor?” e ele calmamente respondeu “Pra te alimentar! Eu fico farto com qualquer coisa, um suco me alimenta, uma torrada com geléia, mas você… Você disse que só coisa salgada te alimenta. Sei que a porra não é totalmente salgada, mas… É quase comparada a uma geléia real, esqueceu?” E ouvindo isso tive um misto de nojo e vontade.“Você bebeu a porra do cara, sem estar chupando? Eeeeeeeeca, guria…” Exclamei visivelmente enojada, e até me arrependi da espontaneidade, afinal ela podia se constranger e não contar o final da história, mas a menina parecia ter certo prazer em expor suas humilhações e continuou.

Não bebi, eu comi como geléia, na torrada… Sentada na cama diante dele, coloquei a cestinha de torradas entre nós e com uma calma que eu não imaginava ter, olhando-o nos olhos, muda, abri o pacotinho. Via nos olhos dele um orgulho, um prazer, uma admiração, que nunca antes havia experimentado. Passei primeiro a geléia em uma torrada e levei à sua boca. Ele comeu lentamente. Havia naquele nosso ato um erotismo absurdo e eu sentia melar cada vez mais. Para satisfazê-lo completamente, passei enfim a porra ainda morna na torrada. E enquanto eu levava à boca ele pegou a torrada da minha mão, pensei que tivesse desistido daquele estranho desejo, mas não…. “Deixa que eu te alimente…” ele me interrompeu. Segurou meu queixo com delicadeza e pediu que eu abrisse a boca. E com a outra mão guiou a torrada, até senti certo nojo, mas vi o prazer estampado naqueles olhos atentos e mastiguei, comi, engoli. Tudo isso pelo prazer dele. Curiosamente, apesar de imaginar odiar, eu amei.

Àquela altura da história eu não sabia mais o que pensar daquela mocinha. Tive tanto nojo ao ouvir tudo aquilo, por outro lado, senti por ela uma ternura absurda. Ela realmente o amava e amava dar prazer ao seu homem. Mesmo o que odiava amar. Realmente, foi uma experiência sexual e tanto… Para mim, absurda, para ela, transcendente.

E enquanto eu tentava digerir (ops, nem tanto) o que acabara de ouvir. A chamada para o meu vôo trouxe a realidade de volta. E, meio sem ter o que dizer, sorri brincando. “É… Já vi que vocês do ramo da nutrição são tão empenhados em suas pesquisas que não descansam nem nos momentos de lazer né?!” E a menina deu uma gargalhada gostosa, quase aliviada. É claro que ela sabia que havia me chocado, mas o meu comentário divertido a fez relaxar. E continuei dizendo que talvez eles pudessem desenvolver um produto novo no mercado a “Jelly Jam – Uma geléia da porra!” E me despedi enfim, encaminhando para o portão de embarque, sentindo-me a mais normal das mulheres. Sem saber sequer o nome da confidente, mas agora cúmplice da sua perversão transcedental.

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A difícil arte de escrever putaria

Escrever não é fácil. É preciso ler, ler, ler e ler um pouquinho mais para, ainda assim, reconhecer que a gente não leu o suficiente. Quando há quatro anos escrevi o meu primeiro conto erótico, completamente intuitivo, pois eu não dominava em nada as práticas descritas (quanto mais as de escrita), eu percebi que para escrever sobre determinado assunto devia haver também pesquisa. Isso deve ser óbvio para quem fez jornalismo, publicidade ou letras. Tão óbvios quanto determinados detalhes práticos da minha profissão (é claro que não sou escritora) são pra mim, mas na época…

Este primeiro conto, além de ter sido postado em listas de discussão do yahoo que tratavam do tema, foi também enviado a dois amigos, jornalistas, que não curtiam as práticas descritas no texto. Enviei porque queria uma opinião, não seriam tendenciosos. E tive. Felizmente a crítica não foi favorável, do contrário eu continuaria escrevendo textões enfadonhos que iam e vinham sem chegar a lugar nenhum. Um deles sequer leu (ou leu, detestou e não quis perder a amiga) e o outro disse que se a intenção era fazê-lo dormir com as tais idas e vindas, eu consegui, pois ele não conseguiu ler até o fim da primeira vez.

Lembro que naquele dia eu fiquei super mal, porque eu achava a história boa, mas relendo, tive que concordar com meu amigo. E ele então me deu a tal dica que vale pra uma vida e para todos: “Leia, muito, de tudo! O bom texto não é aquele que prende a atenção dos interessados, mas o que prende a atenção de qualquer um. Escrever só se aprende lendo. E obviamente, escrevendo”. Ficou a dica, valeu a lição.

Quatro anos depois daquele primeiro texto, ainda engatinho, mas posso acrescentar algo que ele jamais será capaz de me dizer. Para escrever textos eróticos, é preciso muito mais que pesquisa e técnica. Eu encontro a minha medida (leiam bem, a MINHA medida) abusando de uma linguagem fácil, ágil, bem-humorada, despudorada e, principalmente, pessoal. Em tudo o que escrevo há um pouco de mim, das realidades às impressões. Sou uma contadora de causos eróticos porque tenho sensibilidade pra isso. Não sei escrever sobre o tempo, sobre a política, mas sei escrever pra excitar alguém, pra liberar fantasias e mentes.

Escrever putaria é uma arte, certamente não tão bela quanto uma fotografia, escultura ou pintura, mas, definitivamente, uma arte extremamente sedutora.

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Segundos – Erotic Woman

Segundos

De repente ele me olhou de outro jeito. Estávamos na cozinha, ele cozinhando, eu sentada na cadeira contando sobre o meu trabalho. Conversa banal.

Mas ele me olhou diferente, enxugou suas mãos no guardanapo e veio em minha direção mordendo os lábios. Eu sorri.

Ele tirou minha saia, rasgou minha calcinha. Foi um susto e um prazer. Abri a calça dele e o lambi gostoso. Ele estava muito excitado, eu estava adorando aquele súbito desejo.

Ele não me deixou chupar muito. Segurou meu cabelo, me botou na ponta da mesa e me fodeu. Tão rápido, tão preciso, tão vigoroso.

Eu, no meu silêncio, olhava para aquele pau duro entrando em mim. Ele me olhava, gostava. E sem dizer nada, entendíamos tudo. Gozamos.

 Erotic Woman

Erotic Woman é um blog novo, acho que a net tem o poder de dar voz e vez à vida secreta de cada um. Resultado?! Erotismo ao alcance de todos. Ainda bem! O texto acima é bom de ler, rapidinho, como a própria rapidinha relatada. Aliás, o blog é assim, ágil, gostoso… Quem visitar, dê uma atenção especial aO Primeiro Vídeo. Excitante…

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“A rapidinha” – conto erótico

Um presente para inspirar o final de semana… Beijos. B.

Quem diria… Eu, que nunca dispenso uma preliminar implorei baixinho ao pé do ouvido dele: “Me come logo, vai?!”.

Tem umas coisas que a gente não sabe explicar. Aquele almoço na casa da irmã dele estava um tédio. Por mais que a família quisesse me enturmar, fazer com que me sentisse à vontade, tudo era muito claro, a estranha era eu naquela primeira vez entre eles. Sentia a todo instante sob as lentes de um Big Brother. Mãe, pai, irmãos, sobrinhos… Todos me analisando. Detesto ser analisada. Ele parecia feliz e à vontade, o fato de morarmos em outra cidade fazia dele o centro das atenções, o filho pródigo. E quando eu achei que nada mais chato podia acontecer, um banho de vinho em meu vestido de seda prata fez acordar dessa ilusão: “Desculpa tia…”, disse um dos sobrinhos, que esbarrou, derrubou toda a taça de vinha que eu tinha em mãos e continuou correndo com as outras crianças. A mãe, uma das cunhadas, correu em meu auxílio, mas com um sorriso amarelo eu disse que criança era assim mesmo e mudamente pensei que exatamente por isso não as tinha. E me encaminhei ao banheiro dos fundos para lavar, antes que manchasse o vestido.

De certa forma, acho que fiquei até feliz em sair daquela sala lotada de gente. Evitei o banheiro principal para poder ter uns minutos de paz ali, de calcinha e sutiã, lavando o meu vestido, doida que aquela festa acabasse para ganhar a estrada e voltar para o meu lar doce lar. E enquanto lavava o vestido o pensamento foi nele. Por que será que quando apaixonamos nunca lembramos que todo mundo é um pacote completo? E ri sozinha, minha família não é diferente, não é à toa que evito festas familiares. E nisso, ouvi uma batidinha na porta seguida da voz dele perguntando se podia entrar.

Abri a porta nitidamente aborrecida, mas antes que eu começasse a reclamar, ele já me conhecia bem demais para ter certeza disso, fui calada com um beijo daqueles… Um beijo que me comeu a boca, com fome, uma vontade, que ao afastar de mim, as pernas bambearam e me recostei na pia. “Tinha certeza que ia te encontrar de calcinha…”, disse ele bem safado. A surpresa me deixou meio tonta, molinha, mas não ao ponto de desperdiçar aquele momento. Olhando então safadamente em seus olhos, puxei-o pela blusa e fui desabotoando-a rapidamente, desatando o cinto, abrindo o zíper e enchendo a mão no que me apetecia.

O pau endurecia rapidamente, tanto quanto a minha xota que melava em seus dedos que não perdiam tempo. Quando implorei que me comesse naquele minúsculo banheiro dos fundos da casa, ouvindo o burburinho da festa lá fora, senti o sangue ferver. Era muito excitante e insólita a situação. Queria dar pra ele ali, com a festa rolando lá fora.

E ele, já tão excitado quanto eu, me colocou de costas. “Põe as mãos na parede e empina a bunda!”, falava isso baixinho em meu ouvido, entre sussurros. Com uma mão tomava meus seios, apertava os mamilos, me ouvindo gemer. Ao meu ouvido apenas dizia: “Shhhhhhhh… Quietinha, vou te comer forte, e você vai dar quietinha, quietinha…” A situação me excitava ao extremo. Empinando a bunda ao máximo que podia, senti o pau me penetrar quente, devagar, preenchendo minha xota, metendo devagar, um vai e vem lento e torturante, enquanto aquela barba roçava em minha nuca e a respiração ofegava em meu ouvido.

Senti-o segurar então meus quadris e aumentar o ritmo da foda. Eu continuava de sutiã e a calcinha tinha sido apenas afastada. Podia ouvir o eventual barulho do cinto batendo em alguma coisa, da calça que estava no meio das pernas. Ele ofegava, eu senti-o muito próximo do orgasmo e aquilo me enlouquecia. Foi então que num movimento ele tirou o pau da minha xota, e enfiou os dedos nela, não entendi, estava quase gozando, sentia ela tão melada que quase escorria.

Ele então me segurou forte o corpo com a mão esquerda, enquanto com a direita brincava com os dedos nela, sentia-me tomada, entregue, quando ele tirou os dedos da xota e foi lentamente enfiando em meu cu. A princípio contraí, mas os dedos estavam melados de mim, lubrificavam o local, ele massageava devagar e me falava ao ouvido. “Deixa, vai? Quero comer teu cuzinho aqui…” e eu argumentava meio tonta de tesão, nem conseguia raciocinar, “mas lá fora… a festa… tua família…” e ele com os dedinhos lá, sem parar de massagear dizia “Foda-se! Você estava louca pra dizer isso mesmo, a cada um deles… Esquece eles, esquece lá fora, quero comer teu cu, deixa?”

Apenas consenti, não havia muito a dizer, só sentir. Ele nunca comeu meu cu a força, era como se pra ele, o ato de me convencer fosse tão erótico como a foda em si. Ele sabia o quanto eu amava, mas nem por isso o fazia sempre. Comer meu cu era como um prêmio, uma conquista, algo como colocar uma bandeira no topo do Everest. Recostei meu corpo bem próximo à parede, empinei o mais que podia a bunda, senti-o arreganhá-la e lentamente enfiar o pau, só a cabeça a princípio. Ele sabia comer… Doía, eu gemia, e ele metia um pouquinho mais. Parava. Eu contraía. Quando me sentia relaxar, metia mais um pouco. E quanto enfim meteu o pau completo. Começou um vai e vem curtinho. E quase gritei de tesão e dor. Ele aproximou o rosto do meu e disse novamente “Shhhh, quietinha… Prometeu dar pra mim quietinha…” E eu dei.

Ele realmente me comeu forte, meteu fundo, de todas as formas. Me comeu com os dedos e o pau, a xota e o cu. Comeu gostoso, até me fazer gozar, quietinha, como eu prometi. E quando enfim gozou, foi a minha vez de dizer “Shhhh, quietinho… Quer que alguém ouça?” senti o corpo dele estremecer e a porra jorrar dentro de mim. E quando ele tirou o pau, passei a mão em meu cu aberto, escorrendo o leite. Ele sentou no vaso sanitário, as calças arriadas, a camisa aberta e me puxou pro colo dele. Aninhei-me com o rosto recostado em seu pescoço, sem nada dizer, até a respiração voltar ao normal.

Não sei quanto tempo demorou até que ouvimos uma batida na porta, era a irmã dele. “Conseguiram tirar a mancha de vinho?” E eu, que nem lembrava mais que o vinho havia derramado em mim, sorri e disse que mais ou menos. Ele então perguntou se ela podia emprestar alguma roupa, que a mancha parecia não ter jeito. E ela disse que sim, que voltaria logo. Foi o tempo de nos recompormos, passar uma água no rosto e aproveitar a deixa para eu me vestir e irmos embora. Algo me dizia que aquela rapidinha era só o começo.

O texto acima é uma obra de ficção, qualquer semelhança é mera coincidência.

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“Rio, Cidade Maravilhosa”, por Terry Richardson, o Rei da Pornografia Fashion

Conhecido como “o rei da pornografia fashion”, o fotógrafo americano Terry Richardson escolheu como cenário de seu novo livro um lugar farto de hedonismo: o Rio de Janeiro. O resultado desse olhar nada comportado sobre a cidade poderá ser conferido na coletânea de fotos “Rio, cidade maravilhosa”.Fonte: G1 

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Conheço o trabalho do moço, e gosto. Ele é abusado, mas não o acho pornográfico. Aliás, pra brasileiro, pornográfico é o salário mínimo. Vale dar uma olhadinha nos clicks inusitados de paisagens e personagens do cenário carioca.

PS – A foto que ilustra o texto é bem conhecida, mas não é deste novo trabalho.

PS 2 - Que hedonismo é este que o povo tanto vê no Rio de Janeiro? Garanto que aquelas fotos que postei recentemente sobre a China me pareceram muito mais ousadas e nem por isso ninguém usou um termo que as vinculasse ao prazer imediato e individual. Carioca só sabe viver… Nada mais que isso!

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O Prazer de Dar Prazer

Existem alguns prazeres no sexo que são inexplicáveis. Que tesão há em chupar um pau, uma xota? Ou mesmo em dar o cu, sabendo que dói? Quem dirá depilar ou raspar as partes íntimas, sabendo que depilando com cera dói, com lâmina de barbear irrita e crescendo coça? Sinceramente não sei de onde vem este prazer, mas certamente há. E acho que a maior gratificação é o olhar extasiado do(a) amado(a).

Já engoli porra detestando… E amei! Já transei a três mesmo sem ter tesão por ela e gozei na boca do amado enquanto ela o cavalgava. Tive orgasmos só chupando um pau, melei, só chupando xota e me masturbei imediatamente após a depilação, só em imaginar a felicidade dele em vê-la toda raspadinha… Ter prazer em dar prazer é um misto de arte, conquista e doação. Se ainda não sabe o que é, experimente, exercite… Certamente, vale a pena.

Postagem original no A Vida Secreta.

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François Vaillancourt

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E eu que tenho um certo fetiche pela castidade, achei a imagem belíssima. Mais imagens de François Vaillancourt, aqui.

Fonte: Sex in Art 

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“Walk All Over Me”

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O tema do filme “Walk All Over Me” do diretor canadense Robert Cuffley é meio batido, menina ingênua (Leele Sobieski, de “Eyes Wide Shut“) que sai de sua cidadezinha para ganhar o mundo numa cidade grande. O diferencial é que nesta egotrip, a moça conhece uma Dominatrix (Tricia Helfer, a linda Number 6 de “Battlestar Gallactica“) e tem contato real com um mundo novo, se encantando com a brincadeira do “eu mando e você obedece”. O que vem depois… Bem, só vendo o filme, mas pela foto de divulgação já dá pra ver que terá muito látex e Femdom, né?!

PS – A dica foi do Lust Love Latex.

Postagem original no A Vida Secreta.

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“Esta levanta até defunto!”

Uma empresa italiana resolveu inovar na estratégia de marketing de seu calendário para 2008: colocou seus produtos ao lado de belas mulheres seminuas. Até aí, tudo bem. O detalhe é que a companhia é, na verdade, uma funerária, e seus produtos são caixões.

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Tive que rir… Lembrei de uma expressão muito comum: “Nossa! Esta levanta até pau de defunto!” Confesso que não entendi muito bem o que mulheres seminuas ao lado de caixões podem fazer além de ser imediatamente ligadas à tal piadinha acima, mas… Sex is business.

Postagem original no A Vida Secreta.

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Um Brinde à Primeira Vez!

“Vinho, mas só em ocasiões especiais.” Quando ela mostrou a garrafa eu sorri, era um momento especial. Um brinde à primeira vez, porque algo em mim dizia que não seria a última. Um beijo para provar aqueles lábios doces e aquela adolescente sensação de não saber o que fazer com as mãos, já que o único desejo era o de tomá-la. E foi o que fiz, foi o que fizemos. Devagarzinho, porque apesar da sede, não havia pressa. Porque só uma mulher sabe o prazer que é ser deliciosa e lentamente seduzida. Porque não era novidade, mas era a primeira vez. Porque o desejo de guardar a melhor lembrança daquele primeiro encontro, era maior que o arrebatamento das nossas vontades. Porque aqueles olhos iluminavam a penumbra do quarto, e o tato era cada vez mais aguçado pela curiosidade e o desejo. E então, cada peça despida era um presente, cada sensação do toque era uma dádiva, mas nada se compara ao prazer de percebê-la encharcada só com estas doces carícias. Foi instinto, imediato, também melei. E provei. Provamos. Nos beijamos, nos bebemos, nos comemos, porque a minha sede era dela e a sede dela de mim. Porque nunca as horas passaram tão rápido, porque os gemidos nunca foram tão intensos, porque a vontade nunca foi tanta e o prazer nunca foi tão explícito e sem vergonha. E quando lembro melo, sorrio, contraio, estremeço e gozo. “À primeira vez!”, foi o brinde. Memorável, inesquecível.

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Flávia Alessandra e a Pole Dance

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Fantasia à tres – Comentando o Comentário

O papel e a mente aceitam tudo. Mas essa eu definitivamente passo e admiro sua coragem de contar.

Acho que fantasia é fantasia e nem, necessariamente, precisa tornar-se real para ser combustível na nossa vida sexual. Acho que algumas, nem devemos comentá-las, mas nem por isso elas são menos significativas. Acho que fui bem abusada mesmo em criar coragem e postar o texto anterior. Me and My Secret Life é um abuso só!

Uma curiosidade sobre mim, jamais fantasiei em estar em uma dupla penetração (dois homens e eu) ou em ter diversos paus à minha disposição para chupá-los só para o meu bel prazer, por exemplo. Quando penso em swing sempre imagino que possa rolar uma cena homo entre meu parceiro e o outro cara (e não vejo nenhuma estranheza nisso). E antes que perguntem, sim, já me imaginei em um ménage só com mulheres. No entanto, confesso, eventualmente gozo fantasiando trepadas simplérrimas, só com carinhos, beijinhos e pau roçando na bunda, abraçadinho em conchinha.

De perto, ninguém é normal!

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II Festival Internacional de Animação Erótica – Odeon BR – RJ

Começa hoje, 06/11, e vai até quinta-feira, 08/11, o II Festival Internacional de Animação Erótica, no Odeon BR, Cinelândia, RJ. Maiores detalhes no G1 ou no Porta Curtas, neste último tem até uma canja de cinco animações da mostra.

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Quando Ser Feliz É Muito Simples…

Ninguém precisa entender, mas nunca vi tanto erotismo em uma cena tão comum. Meu cansaço aparente, os olhos de urso panda… Aquele banho foi extremamente revigorante. Fui completamente despida, conduzida ao chuveiro previamente colocado na temperatura ideal, tive o corpo ensaboado, cabelos lavados, a xota delicadamente depilada… Fui colocada na cama, tive meus pés devidamente cuidados, solas lixadas e hidratadas, unhas cortadas e limpas. De bruços, senti o óleo frio escorrer nas costas, para depois sentir o movimento das mãos aos poucos aquecendo, deslizando, incorporando o óleo à pele, transformando a massagem relaxante em uma carícia erótica. Nunca ser feliz foi tão simples. Atitudes absurdamente comuns, extremamente sensuais, tanto no momento vivido, quanto na lembrança de agora. Sem palavras!

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Plugado

Foram os meus dedos que primeiro brincaram lá. As luvas calçadas e muito gel. A intenção era o prazer e não desconforto. A brincadeira anterior havia deixado-o a postos, e ainda vestido do preservativo, quando meu dedo encontrou a próstata em massagem gostosa e constante, o líquido escorreu um pouco, empapando a ponta dele. No entanto, estávamos só começando. Foi com o plug de borracha que me pus a brincar mais forte na área que ele odeia amar tal carícia. Ali, vendo-o de quatro pra mim, abusei do gel no plug e com rápidos movimentos curtos, fui invadindo-o centímetro a centímetro. Massageando diretamente a região anteriormente tocada por meus dedos. E à medida que oferecia menos resistência, enfiava um pouco mais, e mais, e mais, até ter o plug completamente dentro, enfim.

E uma vez preenchido, acomodei-o com a barriga pra cima, pernas juntas e mãos pra cima. O cenho franzido revelava um misto de dor e prazer. Prazer que o punha em riste. Ali, lentamente sentei, ouvindo o seu gemido enquanto me preenchia. Sentei muito devagar, queria senti-lo entrando, sendo dessa vez eu a preenchida por ele. E a cada gemido mais forte eu parava, descendo um pouquinho mais só quando ele relaxava. E uma vez todo dentro, preenchido e preenchendo, simplesmente parei. Nada de movimentos bruscos, rápidos. Era a contração voluntária dela que o massageava, estrangulando-o dentro de mim. Fechava os olhos e contraía, ele gemia, eu relaxava, mas depois repetia. Não lembro quanto tempo ficamos assim. Como um. Num rebolado suave, numa interna massagem constante.

Era visível o seu prazer. Enquanto o meu… Nem se fala. Só eu sabia o que sentia. Sentei na cama e o pus sem preservativo de joelhos diante de mim. Eu queria ver. Vê-lo tocar-se à minha frente, sofregamente, desesperadamente até, enfim, banhar meus pés. Era meu único desejo, a única condição. E ele então trêmulo o fez. Uma expressão de quase dor. Não é o orgasmo, uma pequena morte? O vi morrer diante de mim, morrer para renascer, esvair seu líquido quente aos meus pés. Vi o momento, mas imediatamente após fechei os olhos, só sentindo. Passando um pé no outro melado. Um prazer em líquido e consistência. Meu. Pra mim. Só então o liberei do plug, só então nos beijamos. Só então deixamos a respiração voltar ao normal, com calma, juntos. Definitivamente, o nosso melhor momento até então.

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avidasecreta

Atenção, importante!

Me and My Secret Life acabou, mas meus textos continuam no A Vida Secreta , uma revista diária de informação e entretenimento sobre erotismo, sexo e sexualidade.

Os comentários do Me and My Secret Life serão fechados, portanto, quem quiser papear de agora em diante é no A Vida Secreta.

Foi bom enquanto durou! Muito obrigada pelas visitas diárias. Espero que continuem me acompanhando no novo endereço.

Um beijo carinhoso.

B.

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